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Qual é o melhor cão para você?

 

Antes de adquirir um cão, você precisar levar em consideração o tipo de raça que melhor se adapta a você e sua família e, é praticamente impossível afirmar, que algumas raças são melhores do que outras como cães de estimação. Qualquer dono ou criador considera seu animal o melhor do mundo!

O primeiro passo é visitar uma exposição, onde você terá a oportunidade de conhecer varias raças. Depois de ter gostado de determinada raça é preciso conhecer um ou mais criadores especializados. Além de você ter a chance de conhecer os pais do futuro filhote, também pode sanar todas as suas dúvidas quanto a raça: tamanho, cuidados, manejo, temperamento etc. Se você não conhecer nenhum canil, o Kennel Club poderá fornecer os endereços.

O principal problema na compra de um filhote é a idoneidade do criador. As vezes, compramos um cão achando que ficará pequeno e, quando cresce, fica maior do que esperávamos. Quando ganhamos um cão Sem Raça Definida, na verdade, estamos ganhando uma incógnita (?). Não temos como saber de que tamanho ficará ou muito menos como será seu temperamento, porém, os cães SRD também são adoráveis cães de companhia.

Quando for escolher um cão, além da simpatia que você tem pela raça, é muito importante que você leve em consideração o local em que vive e o seu orçamento familiar. Um cão grande não se adapta em um apartamento pequeno e, um salário pequeno, não sustenta um cão grande. Além disso você deve se perguntar se está disposto a fornecer ao novo membro da família alimentação, saúde e higiene adequadas e, principalmente, muito amor e carinho.

Se você tomar uma decisão coerente e sensata, você será recompensado com um companheiro fiel, devotado e um amigo que não pode ser comparado a nenhum outro. 

Como escolher o filhote.

Você pode, antes de escolher o filhote, checar alguns pontos: Verifique se o pêlo está livre de pulgas e carrapatos e se não está opaco; os olhos devem ter brilho e estar limpos e livres de secreção; as orelhas devem estar limpas; a coluna vertebral não deve ser proeminente; a área anal deve estar limpa e livre de vestígios de diarréia; a barriga não deve ser volumosa, isso é indicação de verme; verificar, quando o padrão da raça exigir, se a amputação do *ergot e da cauda já foi realizado e, principalmente, se está livre de ferimentos e bem cicatrizado. Lembre-se de que um filhote saudável é esperto e brincalhão. 

*ESPORÃO ou ERGOT - O esporão, ou dedo rudimentar, córneo como uma unha, é o último para o lado de dentro de cada pata. Não tem utilidade para a grande maioria dos cães domésticos, por isso é muitas vezes removido em tenra idade. Pode ser, no entanto, essencial para categorias como o puffin dog pois facilita a mobilidade em terreno acidentado.

O preço de um filhote varia de acordo com o seu pedigree (“certidão de nascimento” e garantia de que um cão de raça pura) e com a menor ou maior raridade da raça. Em geral, quando os filhotes são colocados à venda, já estão desmamados, desmirfugados e com a primeira dose da vacina tomada. O ideal, após a compra é levar o cãozinho a um médico veterinário para que seja examinado e certificar-se de que é realmente saudável.

Veja a seguir a relação de algumas raças agrupadas por porte físico: 

Cães de Pequeno Porte

Cães de Porte Grande

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Acupuntura é opção de tratamento para animais

 

Veterinária afirma que acupuntura trata praticamente todas as doenças dos pequenos animais, com exceção dos casos cirúrgicos

Apesar da acupuntura ser utilizada há anos no Brasil, apenas a partir da década de 90 a técnica começou a ser aplicada na medicina veterinária e visa promover o equilíbrio energético do corpo dos animais e a capacidade de cura.

Segundo a veterinária Andréa Dikerts Mutti, a Medicina Tradicional Chinesa acredita que a doença é uma manifestação do desequilíbrio energético do corpo, que pode ser causado por muitos problemas, tais como: doença crônica, trauma, estresse, má nutrição, fraqueza, fatores ambientais (frio, calor, umidade, secura), excesso ou falta de exercício. “Em todos os animais existem localizações específicas na superfície do corpo chamadas de acupontos. A inserção de agulhas finas de aço inoxidável nesses pontos promove a estimulação e influência dos mesmos”, explica a veterinária.

De acordo com Andréa, existem outras maneiras de estimulação dos pontos, que podem ser feitas através de aplicação de calor (moxabustão), eletricidade (eletroacupuntura), substâncias farmacológicas (farmacopuntura) e sangue do próprio animal (autohemopuntura). “Dependendo do quadro, durante o tratamento com acupuntura, pode-se associar medicamentos homeopáticos, fitoterápicos ou convencionais, visando a obtenção de melhores resultados”, diz a veterinária.

Segundo Andréa, a acupuntura trata praticamente todas as doenças dos pequenos animais, com exceção dos casos cirúrgicos. Trata-se quadros de dor, artrite, problemas de coluna, de pele e de ansiedade. Em casos relacionados aos órgãos internos, a acupuntura pode atuar de forma principal ou complementar, visando solucionar ou minimizar problemas como gastrite, insuficiência renal, diabetes, infecções e até câncer. “A acupuntura é o tratamento mais indicado para animais idosos, que não podem tomar muitos medicamentos ou que não podem ser submetidos a cirurgias”, complementa a especialista.

A duração do tratamento varia de acordo com a doença apresentada e com a receptividade do paciente. “Geralmente as sessões são semanais, mas alguns pacientes passam bem com sessões quinzenais ou até mensais”, diz Andréa.

A veterinária diz que cada sessão dura de 20 a 30 minutos e custa R$ 40,00. “Durante a acupuntura, o animal fica tranquilo e confortável, deitado ou sentado sobre um tapete ou mesa, com seu responsável sempre ao lado. Se o cliente optar for fazer um pacote, é possível negociar um preço menor”, destaca Andréa.

A veterinária conta que trabalha há dois anos na área e que para realizar a acupuntura veterinária é necessário fazer um curso de especialização. “É preciso um curso de especialização em acupuntura veterinária oferecido por instituições regulamentadas”, afirma Andréa.

Fonte: jornalcidade.net

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É possível educar um cão velhinho?

Claro que sim! Assim como as pessoas mais idosas também podem aprender. Provavelmente, você terá um pouquinho mais de trabalho para mudar alguns hábitos mais antigos, exercidos pelo cachorro durante boa parte de sua vida. Do mesmo jeito, por exemplo, que é difícil modificar certas manias das pessoas mais velhas. No entanto, a diferença entre os cães e nós, humanos, é que com eles a coisa é mais fácil… A capacidade do cachorro para se adaptar a novas regras é incrivelmente surpreendente! Sendo assim, acredite no seu velho amigo! Afinal, não existe uma idade determinada para o cérebro parar de aprender.

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Cão exercitado é cão feliz

Cão exercitado é cão feliz

O cachorro está com medo? Está destruindo a casa? Está ansioso? Agressivo? A chave para resolver esses problemas, no método de reabilitação usado por Cesar Millan, é o exercício. Além de ajudar no equilíbrio físico e mental, os exercícios favorecem o estabelecimento de um elo mais profundo e harmonioso entre dono e cão. Este é o penúltimo artigo da Série Aprenda com o Encantador de Cães.

Os exercícios são considerados pelo Encantador de Cães Cesar Millan uma das atividades mais importantes para o bem-estar físico e mental do cão. Sabendo disso, Cesar lança mão do exercício para reabilitar os cães e enxerga nele um aliado fundamental na solução de casos de mau comportamento canino.

O cachorro está com medo? Leve-o para se exercitar. Está destruindo a casa? Está ansioso? Agressivo? A chave para resolver esses problemas, no método de reabilitação usado por Cesar, é basicamente o exercício. Sempre, claro, com acompanhamento profissional capaz de identificar a correta linguagem corporal e de interpretar adequadamente o comportamento canino no contexto em que vive.

A explicação para a razão da importância do exercício na psicologia canina defendida por Cesar está situada nas origens da espécie. Descendente do lobo selvagem, o cão vivera em liberdade e tinha um “trabalho” a cumprir, que o ocupava durante boa parte do dia.

Dessa forma, os exercícios para o cão, independentemente de raça ou porte, são considerados fundamentais para se ter um cão mais obediente, comportado, tranqüilo e em sintonia com o dono. O cachorro tem uma energia que precisa ser gasta, ao contrário, gera excitação indesejada, frustração e, como uma bola de neve, pode ser o precursor de comportamentos ruins.

Ora, se um cão cheio de energia para gastar passa o dia confinado em casa, não lhe resta muitas alternativas senão morder os móveis, estragar a própria cama onde dorme e o chinelo que ficou esquecido no meio da sala. Por outro lado, deixar o cão solto em um enorme canil é diversão – mas apenas isso. O cão corre e brinca, mas perde a oportunidade de conhecer novos cheiros, sons, de ver novas coisas e usar com mais intensidade seus órgãos sensoriais, além de não se socializar com cães diferentes dos que já convive em casa.

Mas a novidade, explica Cesar, está em que o cão que não passeia perde a chance de aprender a ser seguidor de seu dono. Os exercícios, a caminhada é um excelente momento para que o cão aprenda quem é o líder da matilha. O dono, por sua vez, perde a incrível chance de se sintonizar com o seu cachorro. Cesar acredita que caminhar com o cão é o momento ideal para dono e cachorro se sintonizarem. Exercícios acabam fazendo com que o cão se apegue mais ao dono e o aceite mais facilmente como líder.

Dessa maneira, o dono deve despender algum tempo do dia exercitando seu cão, com uma boa caminhada entre duas a três vezes por dia. Com cães mais enérgicos e movidos a “pilha”, pode-se andar de bicicleta, patins ou mesmo correr. Uma outra dica é usar uma mochila específica para cães e compatível com a idade, tamanho e resistência do cachorro. Cachorros também podem ser ensinados a andar na esteira, exercício que deve ser feito sob supervisão (verifique a necessidade do uso de guia). Enfim, não restam alternativas para exercitar o cachorro.

Em um frase, cão exercitado é cão feliz.

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Claro que sim! Assim como as pessoas mais idosas também podem aprender. Provavelmente, você terá um pouquinho mais de trabalho para mudar alguns hábitos mais antigos, exercidos pelo cachorro durante boa parte de sua vida. Do mesmo jeito, por exemplo, que é difícil modificar certas manias das pessoas mais velhas. No entanto, a diferença entre os cães e nós, humanos, é que com eles a coisa é mais fácil… A capacidade do cachorro para se adaptar a novas regras é incrivelmente surpreendente! Sendo assim, acredite no seu velho amigo! Afinal, não existe uma idade determinada para o cérebro parar de aprender.

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