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Como adestrar? Aprenda
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Esse post foi escrito com o intuito de explicar exatamente Como Adestrar.

Para iniciar precisamos entender da onde vem a palavra Adestrar, que significa tornar destro, instruir, exercitar. Portanto, concluimos que adestrar nada mais é que um exercício ou uma sequencia deles com o objetivo de instruir para determinada função.
Vamos nos focar no Adestramento de cães, porém o Adestramento pode ser aplicado a todos boa parte dos seres que habitam nosso planeta. Podemos adestrar cavalos, adestrar gatos, adestrar humanos, adestrar cães.
No adestramento de cães, focamos o adestramento para obter controle sobre um ou mais comportamentos do cão, visando uma atitude específica em algumas situações, sob controle ou não.
Existem diversas áreas de especialização do adestramento de cães. Estamos começando uma série que irá dar uma noção de como funciona o adestramento de: cães farejadores (pessoas, drogas), cães caçadores, cães policiais, cães de proteção patrimonial e pessoal, cães guia-de-cegos, cães pastores, cães para exibições de adestramento(circos, televisão, etc).
Como adestrar? Decubra em nosso fórum, afinal somos especialistas em Como adestrar.
http://www.andreagramonte.com.br/comoadestrar
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Como o cão enxerga
Cães vêem o mundo de maneira bem diferente da nossa. De certo modo, é como se eles estivessem vivendo em um mundo paralelo. Assim como percebem coisas que não temos capacidade de notar, nós notamos coisas que eles não podem perceber
Quando se fala de visão canina, logo vem a pergunta: a espécie enxerga em cores ou em preto e branco? Esse assunto será abordado a seguir, mas trata-se apenas de uma das características da visão. Dizer que sabemos como o cão enxerga não se reduz a conhecer essa resposta!
Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.
A principal diferença é que os cães não conseguem distinguir o verde do vermelho. Para nós e para outros animais, como pássaros e macacos, que comemos frutas, a diferença entre essas cores é gritante porque é muito vantajoso diferenciar rapidamente as frutas vermelhas das folhagens verdes, por exemplo.
Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.
Faça o teste: segure o cão sobre um gramado bem verde e jogue uma bolinha azul e uma vermelha. Solte-o somente quando as bolinhas estiverem a pelo menos uns 10 metros de distância. Provavelmente, o cão optará por seguir a bola azul, muito mais visível para ele.
Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.
A visão noturna é importantíssima para os animais que caçam no escuro, por dependerem basicamente da luz da lua e das estrelas. É o caso das matilhas selvagens e das alcatéias, cujos uivos, usados também para reunir o grupo para caçar, podem ser mais ouvidos à noite, especialmente nas noites claras.
Faça o teste: com uma câmera de vídeo que filma no escuro (infravermelho) observe como o seu cão se locomove num quarto totalmente escuro. Coloque uma caixa ou cadeira fora de lugar e observe se ele desvia antes ou depois de tocá-la com a cabeça ou bigode. Depois, estimule o cão a andar – jogue uma bolinha que ele adore ou chame-o na sua direção – e aumente a luminosidade aos poucos (use luzes com intensidade ajustável ou permita que a luz da rua entre). Haverá um momento em que, apesar de você ainda não enxergar os objetos, o cão já desviará deles com facilidade. Isso mostra que ele enxerga com muito menos luz do que nós.
Vê de costas?
Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.
Faça o teste: olhe para a frente e traga suas mãos com as palmas abertas a partir de trás da cabeça até enxergá-las. Você só as verá quando estiverem um pouco à frente das orelhas. Isso mostra que a amplitude visual humana é de aproximadamente 180 graus. Experimente fazer isso com o seu cão. Aproveite quando ele estiver olhando fixamente para um local. Mova um objeto de trás para a frente até que ele o perceba e vire a cabeça, querendo-o. Repare como o objeto é percebido, mesmo estando ainda atrás do cão. Fique atento: como o olfato e a audição dos cães são fantásticos, tente evitar que o objeto seja percebido pelo cheiro ou pelo barulho.
Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.
Faça o teste: amarre numa cordinha um objeto que o cão adore. Prenda o cão num ponto fixo e distraia-o. Coloque o objeto a uma distância tal que fique difícil de ele ver facilmente. Solte o cão e, quando ele estiver “perdido”, procurando o objeto, puxe a cordinha para o objeto se mover. Observe como é localizado facilmente quando entra em movimento. Só não dá para sugerir uma distância padrão, porque o alcance da visão dos cães varia bastante e muitos deles são míopes.
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Como fazer seu cão gostar de ir ao veterinário
Muitos cães morrem de medo de ir ao veterinário. Ao verem o profissional se aproximar ou ao entrarem na sala dele, colocam a cauda entre as pernas, tremem ou mostram agressividade. Resultado: todos se estressam – o cão, o proprietário e o veterinário. A qualidade do exame é comprometida diante da dificuldade de avaliar o cão aflito e, ao mesmo tempo, tentar controlá-lo. De tão traumática a experiência, o cão pode mudar de comportamento para sempre. A boa notícia é que existem diversas técnicas capazes de tornar as consultas mais agradáveis ou, no mínimo, menos traumáticas. Também dá para amenizar a sensação de dor durante os tratamentos, o que é especialmente importante para os filhotes, já que um trauma pode torná-los desconfiados e agressivos quando adultos.
Basta uma experiência para traumatizar
Muitas pessoas acreditam que os cães só aprendem por meio de repetições e que, portanto, a experiência dolorosa será esquecida se não ocorrer várias vezes. É verdade que grande parte dos aprendizados caninos necessita de um bom número de repetições para acontecer, mas nem sempre. Há experiências que depois de vivenciadas uma única vez já ficam registradas. Portanto, não subestime a importância de evitar traumas no cão que vai ao veterinário.
O medo pode aumentar a dor
Acalmar o cão nas consultas é uma estratégia importante. Quanto mais aflito e tenso estiver, maior será a chance de se assustar e ficar traumatizado. Um cão que se apavora sente muito mais dor. Até um procedimento simples, como o da vacinação, pode se tornar um evento terrível para eles.
Acostume o cão aos procedimentos
A melhor maneira de manter o cão tranqüilo durante o tratamento é acostumá-lo ao veterinário e a ser manejado durante as consultas.
Na primeira visita dele à clínica, habitue-o ao novo ambiente e ao veterinário. Para que permaneça calmo, deixe-o com os brinquedos preferidos e proporcione momentos agradáveis, oferecendo carinhos e petiscos. Peça ao veterinário para participar, brincando com o cão e dando também petiscos a ele.
Quanto aos procedimentos médicos, o melhor é simulá-los antecipadamente, de maneira gradativa. O treino pode ser feito no início da própria consulta – não costuma levar mais de 10 minutos. A simulação deve ser a mais parecida possível ao que acontece na realidade. Se o objetivo for vacinar o cão, por exemplo, contenha-o firmemente e simule uma picadinha de agulha com uma chave ou tampinha de caneta.
A cada simulação, procure recompensar o cão com algo agradável, como petiscos e elogios. Alguns cães treinados dessa maneira chegam a lamber os beiços quando vêem uma seringa. Só se passa para a próxima etapa do treino depois de o cão aceitar com tranqüilidade aquela na qual está sendo exercitado.
Outra prática útil para ajudar o cão a se adaptar às consultas é acostumá-lo, no dia-a-dia, a determinadas situações. Ter o hábito de ser massageado evita sustos ao ser apalpado pelo veterinário. Brincar em casa sobre superfícies lisas ajuda a não estranhar a mesa metálica da clínica.
No desconforto, redirecione a atenção
Quando um procedimento incômodo estiver em andamento, procure distrair o cão. Quanto menos atenção ele prestar ao desconforto, menos será a sensação de dor. Uma maneira de conseguir isso é brincar com um petisco, deixando o cão abocanhá-lo de vez em quando.
Não reforce a agressividade
Um erro comum é subestimar a reação do cão aos exames. O certo é contê-lo com firmeza nesses momentos. Até um exemplar dócil pode morder se ficar assustado ou com dor. E, se ele tiver sucesso ao tentar se desvencilhar ou assustar e ameaçar a pessoa que se aproximou, aprenderá a repetir tais comportamentos. Não permita, portanto, que ele tenha êxito nessas tentativas.
Resumo das dicas
- Associe coisas agradáveis (petiscos, brincadeira, carinho) a todo procedimento que possa ser desagradável ou assustador ao cão.
- Procure dessensibilizá-lo aos procedimentos veterinários.
- Acostume-o a ser contido firmemente.
- Tome as precauções necessárias para evitar que o cão controle a situação.
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Como acostumar o cão a escovar os dentes
Como acostumar o cão a escovar os dentes?
Como acostumar o cão a escovar os dentesfora mesmo, para que ele se familiarize com o objeto (mas não o deixe mordê-la!). Associe este momento a brincadeiras, petiscos e carinhos. Depois, massageie os dentes e a gengiva do cão com os dedos, pra ele ir se acostumando com o movimento. Comece escovando um ou dois dentes apenas. Pare um pouco, brinque e faça um carinho. Passe para quatro dentes, seis, e assim sucessivamente. Todo este treinamento pode levar alguns dias, portanto seja paciente: só faça o procedimento completo quando ele já estiver à vontade com a escova. Aí vai outra dica super importante: alguns cachorros não curtem certas pastas de dente. Por isso, teste diferentes tipos até achar um creme dental que ele goste. E atenção: nunca, mas nunca mesmo, use a sua pasta ou a de qualquer outro humano para escovar os dentes do cão, pois ela contém substâncias que farão mal a ele se ingeri-la.
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Como apresentar o bebê ao cão da família
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Esse é um assunto que gera polemica e muita discussão, como apresentar um bebê ao cão da família. As primeiras sugestões são sempre que se deve prender o animal e ir acostumando aos poucos o bebê, ou em alguns casos mais radicais, retirar temporariamente ou até por definitivo o cão do ambiente. Tem alguns tipos de situações, dentre elas as mais comuns são animais que tem acessos a todos os cômodos da casa e os de grande porte que geralmente ficam nas áreas externas da casa. Nos dois casos tudo deve ser feito de forma ordenada, e com muita cautela. Sempre sob total supervisão de duas ou mais pessoas. No primeiro caso, com o avanço da gestação é que se deve começar o processo de habituar o cão as novas rotinas, pois com a chegada do novo membro muita coisa vai muda,r principalmente o tempo que você terá com seu velho mascote, que agora terá que dividir com o herdeiro que está para chegar. Comece de forma gradativa a restringir o acesso do cão a áreas da residência, principalmente onde o bebê ira dormir, não proíba a entrada do cãozinho mais que isso aconteça somente quando você ou outra pessoa esteja presente. Comece a dedicar períodos no dia para interagir e brincar com ele, pois a maioria dos cães que ficam em ambiente internos, passam muito tempo desfrutando de total atenção, e quando isso é interrompido bruscamente causa sérios problemas de interpretação do animal por conta da perda desse espaço. Com a chegada do bebê, deve ser mantida a rotina de interação e exercícios, mesmo que por outra pessoa e é importante nesse momento que o cãozinho comece a reconhecer o cheiro do novo membro, e isso pode ser feito da seguinte forma, toda vez que houver troca das roupinhas do bebê leve-as até o seu cão e deixe que ele cheire até perder o interesse. Se ele ficar muito excitado tente acalmá-lo e só depois deixe ele continua o reconhecimento. Isso vai deixá-lo mais tranquilo quando encontrar o bebê pessoalmente, pois ele já conhece seu cheiro então ele passará a não ser uma grande novidade. Quando o bebê já estiver em condições de sair do quarto, apresente o novo membro da matilha ao cãozinho, é fundamental que nesse momento esteja apenas as pessoas que sempre estão na casa, evite fazer esse tipo de contato quando a casa estiver cheia de estranhos, pois pode ocorrer do bebê ser confundido com um invasor. Outra dica é que o bebê fique a uma distância em que o cão não precise ficar em pé ou tenha que usar sua patinha para visualizar melhor o bebê. Isso pode causar acidente, mesmo que involuntário. Também é recomendo que nessas apresentações sempre tenha algum petisco, assim o cão vai associar o cheiro do bebê e a sua presença à algo muito bom já que toda vez que ele aparece ele receberá uma guloseima. Assim deve ser feito gradativamente até que o cãozinho não se incomode mais com a presença desse novo membro, e não esquecendo devemos evitar as apresentações em períodos que o bebê possa estar chorando, isso pode deixar o cão impaciente e mais curioso para saber o motivo daquele som. No caso dos animais de grande porte, deve se seguir todas as recomendações para animais de ambiente interno, sendo que temos que acrescentar mais cautela ainda, já que estamos falando de animais maiores e mais fortes. Esse primeiro encontro deve ser feito sempre com o cão sob seu controle, o que em alguns casos deve ser usado guia e coleira, começando por curtos períodos de contato e depois passando a períodos maiores. Fale sempre com seu amigão em um tom calmo e suave, mostrando que aquele pequeno ser é muito delicado, uma recomendação procure não brigar ou corrigir o cão nesse momento, e se você não se sentir seguro para esse contato não exite em chamar ajuda profissional, afinal estamos em um processo onde não se deve cometer nenhum erro. Seguindo todas as recomendações com toda certeza sua vida, a do seu cão e principalmente do seu bebê será de total harmonia e esses momentos que são tão tensos para alguns, serão momentos inesquecíveis eternizados em boas e divertidas fotografias. |
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Como lidar com o cão hiperativo
O cão é considerado hiperativo quando seu comportamento é acelerado o tempo todo, o que dificulta o relacionamento com seus proprietários. Este nível de atividade é determinado pela raça, idade, sexo, condição corporal, entre outros fatores. Por ser uma medida subjetiva, está sujeita a disparidades de opiniões entre veterinários. Não existe uma linha que separa claramente um cão normal de um cão hiperativo.
A hiperatividade geralmente já pode ser observada pelo comportamento do filhote: aquele que vai correndo quando cada pessoa aparece, pula sem parar, lambe e brinca, tem maiores chances de ser um cão hiperativo. E geralmente é este filhote que nos encanta, e que acabamos levando pra casa!
Existem algumas causas que podem desencadear este distúrbio, tais como alergias alimentares ou aumento de alguns hormônios, como o estrógeno, por exemplo. No geral, o que acontece atualmente é que raças selecionadas para trabalho, que suportam uma atividade intensa e que devem ser hiperativos para exercerem sua função, foram para dentro de nossas casas, e agora são animais de companhia. Sem atividade suficiente, o cão começa a destruir objetos, tentar chamar a atenção do dono o tempo todo, e até mesmo desenvolver comportamentos compulsivos, como lamber as patas ou correr atrás do rabo, sem parar.
Algumas dicas para lidar com o cão hiperativo:
• A educação é fundamental: imponha limites, ensine comandos e estabeleça uma rotina para seu cão. Dê atenção e carinho para ele. Se ficar com dúvidas ou tiver dificuldades, consulte um profissional;
• Exercício constante: além de queimar energia, ajuda na produção de substâncias e hormônios que aumentam a sensação de bem estar. Procure fazer caminhadas, e brincadeiras bem animadas. É uma das melhores maneiras de interagir com seu cão, de forma agradável e saudável;
• Recompense comportamentos que aliviam a ansiedade: se o seu cão busca um brinquedo toda vez que alguém chega, e fica mordiscando-o enquanto recebe carinho, recompense-o e estimule este comportamento. É uma maneira que o cão encontrou de aliviar a ansiedade pela chegada daquela pessoa.
É importante ressaltar que um cão hiperativo precisa de atividade e atenção. Muitas vezes, esses cães acabam ficando longe do convívio social, por serem difíceis de controlar. Neste caso, procure ajuda de um profissional. O cão merece conviver com os membros da família, e cabe a nós fazermos desta relação a mais harmoniosa possível.
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como evitar que o cão peça o alimento que você está comendo?
Se o seu cão late, chora e até pula para pedir comida na hora em que você está sentado à mesa, é importante que você mude também suas próprias atitudes e não só as do animal.
Se, de vez em quando, você dá um pedacinho do que está comendo para o cão, ele pode associar que latindo ou chamando a sua atenção ele consegue um pouco da sua comida.
Para que ele não incomode mais você ou sua família durante as refeições e também para que ele não se acostume com “comida humana” – que não é balanceada para ele e em alguns casos pode até fazer mal – não dê nenhum alimento para ao animal enquanto você estiver comendo, não importa o quanto ele implore com aquela cara de pidão.
Ignore e também não dê broncas e nenhum tipo de atenção. Vendo que suas tentativas sempre fracassam, em pouco tempo seu cãozinho vai parar de pedir.
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Adoção, como adaptar o novo cão em casa?
Como fazer a adaptação de cães adultos a um novo dono?
Estou adotando uma dálmata de seis anos e uma Akita de 10 meses, qual a melhor forma de adaptação destes animais a uma nova família? Estou adotando as duas porque elas viviam juntas e imaginei q assim seria mais fácil a adaptação das duas será q fiz bem?

Boa noite,
Muito bonita sua atitude de adotar as duas, isso sem dúvidas vai fazer com que elas estranhem um pouco menos.
O ideal é você adaptá-las desde o primeiro dia na sua casa da forma como elas irão viver sempre suas vidas.
Cães são animais que seguem muito uma rotina, exercícios físicos, exercícios lúdicos e carinho devem fazer parte dessas rotinas.
A melhor forma de adaptar um cão seria lhes proporcionando tudo que eles estavam acostumados, como cheiros, rotina, entre outros, e ir aos poucos adaptando eles a nova realidade.
Assim, eles não sentem muito. Mas como quase sempre isso não é possível, o ideal seria aumentar um pouco o nível de exercícios e atenção no início, dessa forma eles não se sentem tão deslocados, e gradualmente ir reduzindo a ponto que eles fiquem tranquilos e seguros no novo ambiente.
Um adestrador poderá ajudá-la bastante.
André Agramonte
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