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Revista Época, Blog do Bóris, Blog da Maia, Blog do Akiles

Olha lá pessoal,
adestramento
Saimos na revista Época. Bóris, Maia e Akiles todos lindos(as)!

Segue o link da matéria.

http://revistaepocasp.globo.com/Revista/Epoca/SP/0,,EMI208455-15368,00.html

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Adestramento de Cães, Curso de Adestramento, Dogwalker, Hotelzinho, Banho e tosa Leva e trás

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Calor excessivo pode levar cães à morte


Calor excessivo pode levar cães à morte

Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.

Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarréia, vômitos e levar à morte.

Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina, coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.

Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.

Emergência: saiba como proceder
Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.

Confira as dicas preventivas:
1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.

2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.

3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.

4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.

5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.

6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.

7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.
fonte: http://www.petrede.com.br

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Transtorno obsessivo compulsivo (TOC) pode vitimar os cães

Transtorno obsessivo compulsivo (TOC) pode vitimar os cães

O Brasil tem hoje 32 milhões de cães, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação, a Anfal Pet. São números que não param de se multiplicar, comprovando que o convívio com os animais é uma experiencia extremamente gratificante, desde que seja feita de maneira consciente e responsável.

A felicidade de um animal é um dom que impõe obrigações morais tão grandes quanto aquelas impostas pela amizade a um ser humano. Quem mora em uma casa, então, tem ainda mais motivos para adotar um animal. Com certeza, um animal fica muito mais feliz em contato com a natureza, desfrutando de uma área verde. Afinal, a natureza também traz conforto biológico a eles. Uma casa iluminada, com uma decoração singela, quintal e plantas carinhosamente cultivadas, somando a presença de um animal , se transformará num lar com muito mais energia e vitalidade.

Territórios estabelecidos, é a vez de preparar o local para recebe-lo, observando detalhes importantes.Plantas tóxicas, como espirradeira ou comigo-ninguém-pode, devem ser evitadas no jardim. Já dentro de casa, manter a lixeira e materiais de limpeza longe dos animais. Animais novos são muito curiosos, por isto, é importante mante-los distantes da fiação elétrica.Além disso, é preciso educá-lo para não destruir a casa na ausencia dos donos.

Animais, em geral, são bons companheiros para idosos, podendo até ajudá-los no combate a depressão. Cuidar da limpeza do animal e do seu habitat, cuidar da sua alimentação, medicá-lo quando necessário, também favorece o desenvolvimento do vínculo afetivo e a lidar com os mais diversos sentimentos, da frustração à alegria e até à morte. É neste aspecto da vida e da morte que o animal de estimação tem um papel muito importante, principalmente para as crianças aprenderem a se relacionar com o sentimento de perda e da dor interior.

Investir tempo e afeto na relação ajudará a evitar os distúrbios de comportamento. O espaço onde o animal permanecerá precisa oferecer segurança, higiene e conforto. Se a vida do cão for sempre um eterno competir com outros cães ou pessoas, como crianças da casa, seja por comida ou atenção do dono, isso poderá ocasionar um estresse. Cães mantidos na corrente por longos períodos, longe do convívio com as pessoas, também sofrem muito.

O cão que não tem diversão ou fica muito tempo sózinho ou dentro de um apartamento, necessita de uma atenção muito maior, pois terá tendência a se entediar e desenvolver hábitos destrutivos, como roer móveis , rasgar roupas ou brincar e comer as próprias fezes, como passatempo. Muitas vezes o cão que vive em áreas restritas defeca próximo a sua “cama”. A ingestão de fezes pode tornar-se um desvio comportamental numa tentativa de manter o local limpo. O cão não gosta de dormir perto de suas fezes, por isso é necessário fazer uma higienização constante.

Existem animais, que além de ficarem a maior parte do tempo dentro de um apartamento, quando saem as ruas para passear, os donos inibem até mesmo pequenas atitudes normais, como por exemplo, cheirar a cauda de outros cães do mesmo porte, com receio que ocorra uma briga. Estas atitudes podem ser muito prejudiciais para o equilíbrio emocional do animal, ele ficará cada vez mais deprimido.

Para garantir a qualidade de vida do animal o ideal é proporcionar bastante exercício, e colocar a disposição brinquedos diferentes, inclusive aqueles que estimulam o busca e traz. Os cães apreciam interagir com os donos e receber atenção. Mas mesmo assim para alguns cães isso parece não ser suficiente, eles necessitam de correr, pular ou até mesmo nadar. È necessário descobrir as aptidões do animal para promover a interação adequadamente, até porque, cada raça tem suas peculariedades. Comandos errados na hora errada desencadeiam comportamentos errados, assim como bronca dada de forma incorreta pode até incentivar o cão a repetir o ato.

O ambiente em que o cão vive e sua relação com o dono podem afetá-los profundamente, desenvolvendo distúrbios de comportamento permanentes. Os comportamentos compulsivos são muito difíceis de serem tratados, uma vez estabelecidos. Existem várias fontes de estresse na vida dos cães. Se os donos trabalham fora o dia inteiro e deixam o cão sozinho, ele terá mais dificuldade para desenvolver seu comportamento canino normal.

Confinamento prolongado que leva a falta de estímulos precisa ser evitado, embora uma rotina saudável precisa ser estabelecida. Os cães são muito sensíveis a relacionamentos instáveis, mudanças no grupo social e em alterações em sua própria posição social. Conduzir uma relação equilibrida propicia um comportamento tranquilo no animal. Se um cão forma laços tão fortes com seu dono ao ponto de se sentir inseguro longe dele, acabarará desenvolvendo a ansiedade de separação, um distúrbio grave que provoca muito sofrimento, alguns choram desesperadamente.

Animal que convive sómente ao lado de seres humanos, afastado totalmente de seus semelhantes, está mais sujeitos a manifestar problemas de comportamento.O estresse pode durar por períodos curtos, e uma vez removido, o cão volta a sua rotina normal. Se, por outro lado, a situação se prolongar, os danos podem ser irreversíveis.

Os cães estressados podem ficar repetindo o mesmo comportamento várias horas por dia, sem parar, mesmo que a causa original do estresse não esteja mais presente. Pode chegar até ao que chamamos desordem compulsiva, conhecida em humanos como TOC, ou Transtorno Obsessivo Compulsivo, onde o cão realiza o comportamento enquanto estiver acordado, só parando ao adormecer. Alguns lambem uma parte do corpo, outros andam em círculos, ou latem no mesmo tom e volume sem parar.

O importante é identificar se o animal está manifestando algum comportamento compatível com estresse e tentar eliminar a fonte do problema. Se o cão lambe muito algum lugar do corpo, é necessário repreendê-lo e, assim que ele parar, recompensá-lo. Desviar sua atenção do comportamento com uma brincadeira bem interativa é uma boa opção.

Infelizmente, pode acontecer que a raiz do problema esteja na condição de vida imposta pelo dono, um local inadequado e sem o mínimo de carinho. Existem relatos de cães com dermatites crônicas que mudaram de ambiente e foram completamente curados.

A maneira correta para os donos prevenirem o estresse é criar uma rotina saudável para o animal. Exercício diário é fundamental, cães que conseguem gastar bastante energia são mais equilibrados.

O convívio com um animal nos compromete a cuidar de alguma coisa fora de nós mesmos. Nos impulsiona a tentar suprir as necessidades deste ser tão indefeso. Este tipo de relacionamento entre os humanos e os animais esta alicerçado na generosidade, onde o resultado obtido esta diretamente relacionado a dedicação e o amor que investimos.

Está comprovado cientificamente que ter um animal em casa contribui muito para a qualidade de vida, mas eles não podem ser vítimas de uma vida vazia, precisam de companhia, equilíbrio emocional e físico, assim como todos os seres vivos, merecem ser felizes.

O papel do médico veterinário hoje em dia, não deveria ser apenas realizar diagnósticos e promover a cura as doenças, mas deveria cuidar do bem estar de seus pacientes. E quando o animal chegasse a clínica , para a primeira consulta , a pergunta deveria ser :- “este animal é feliz?” – A partir daí, muitos males poderão ser evitados ou adequadamente tratados.

Os animais podem nos ensinar muito sobre os seus verdadeiros sentimentos , basta apenas ter sensibilidade para deciframos suas atitudes.

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Qual é a melhor coleira pra cachorros?

Coleiras pra cachorro me ajudem.

Tenho um chow chow macho, ele usa uma coleira de couro (tem dois uma preta e uma vermelha)…
O problema, é que às vezes a coleira fica com um mau cheiro e é muito difícil tirar.
Eu estava querendo trocar a coleira de couro por outra, mas não sei se pego os enforcadores, ou uma coleira que parece ser de um tipo de tecido forte…
Quase todos os cães do bairro usam o enforcador, mas tem vários tipos (um deles é que é com uma espécie de dente que enforca a cachorro quando ele puxa)…
Qual seria a melhor?
Meu Lhasa Apso também pode usar enforcador?
OBS: Eles puxam regularmente na hora do passei, por isso pensei em um enforcador…
Mas o normal ou o com os ”dentes ou outro?
Ajudem-me, por favor.

Bom dia,

O ideal seria uma coleira confortável e que você pudesse lavá-la sem dificuldades, o enforcador de dentes não é recomendado em nenhum caso, pois os dentes machucam o cão.

Existem enforcadores de Nylon, e de metal, eles são usados por adestradores, principalmente quando querem ensinar um cão a andar na guia sem puxa.

Tudo vai depender da finalidade da coleira, para ensinar o cão a andar na guia, eu recomendo para leigos, enforcador em conjunto com uma coleira chamada Gentle Leader.

Se quiser ensinar o seu cão a andar na guia sem puxar, só com o enforcador você corre o risco de machucá-lo, eu recomendo o seu uso apenas em cães que já sabem andar na guia sem puxar.

De fato, o enforcador é mais fácil de lavar, mas eu acredito que assim como uma roupa é um acessório que de tempos em tempos deve ser trocado.

Às vezes um profissional de adestramento, pode ajudá-la em diversas áreas de convivência com o seu cãozinho, não apenas com “não puxar na guia”.

É possível conviver em total harmonia com seu cão, se ele apresenta algum comportamento que você não gosta, saiba, existe solução. Na maioria dos casos, eles apresentam esses comportamentos por não estar claro na relação de vocês que isso não é legal.

André Agramonte

Adestramento, Dog Walker

Soluções em Comportamento Animal

http://www.andreagramonte.com.br

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Por que adestrar? Sobre o Adestramento de cães

Pessoal, eu fiquei contente ao ler esse texto, mostra que cada vez mais, está difundido o método através de brincadeiras e estímulos positivos.

Por que adestrar?

Tenho ouvido muitos comentários sobre a real necessidade de se adestrar um cão. Muitos entendem que um cachorro adestrado se torna um pequeno “robô”, um verdadeiro brinquedinho que age sob comando, ou seja, deixaria de ser “cachorro” em razão da perda de suas características mais marcantes.

Mas, refletindo e estudando muito sobre o assunto, a conclusão a que cheguei é totalmente oposta.

Atualmente, o adestramento é visto como uma forma entre donos e cães, se comunicarem melhor, assim melhorando a convivência. Espécies tão distintas, mas que se dão bem há anos.

O cão bem adestrado sabe o que o dono quer, assim como um dono que participa ativamente do adestramento e aprende mais sobre o comportamento também sabe o que ele quer.

Isso é fascinante, dois animais que não falam a mesma língua, se comunicam de forma clara e eficaz, a ponto de se entenderem apenas com um olhar.

Além disso, o treinamento estimula a atividade do cão. Sua capacidade de aprendizado aumenta, o que é impressionante, cães treinados desde pequenos chegam a atingir, em um comparativo, a idade mental de uma criança de dois anos.

O dono, por sua vez, passa a observar e entender mais, o melhor amigo.

Tudo isto permite um convívio mais estreito, saudável e harmonioso.

O cachorro, por sua vez, se sente mais seguro e confiante dentro dessa relação de convivência. Além de o adestramento ser feito por grande parte dos profissionais através de recompensas e brincadeiras. Tornando o treino uma gostosa e divertida brincadeira, que é prontamente realizada pelo cão, que a cada aula quer mais, este momento de completa interação com o dono.

Correção e Revisão: André Agramonte

Texto: Original

Adestramento, Dog Walker – André Agramonte

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Como escolher um hotel para cachorro?

Tenho um York e eu vou viajar dois dias e meio.  É melhor deixar ele em um hotel ou em casa, como adaptar ele?

Preciso o mais rápido possível a resposta

Boa noite é necessário pensar bastante a respeito desse tema, no geral o barato sempre saí caro.

Existem infelizmente poucas opções de hoteizinhos legais para seu cão, pelo menos que eu conheço, lugares aonde ele irá ter atividades, companhia canina e de humanos durante todo o dia e a noite.

Mas nem todos os locais são legais para seu amigão, muitos hotéis são “estoques” de animais, prefira aqueles que você pode acompanhar pela internet, e que de preferência venha por uma indicação de uma fonte confiável, e que já tenha passado por lá.

Quanto a deixar em casa eu não recomendo, seu cão está acostumado com vocês, se ele ficar sozinho em casa, ele pode entrar em desespero e sofrer muito. Existem casos de alguns cães desenvolvem doenças sérias por essa ausência do dono.

Resumindo, se ele não está acostumado a ficar sozinho em casa, não recomendo. Mesmo que tenha a presença de conhecidos, ainda é contra-indicado.

Quanto a deixar com familiares, é importante pensar que o cão irá estranhar a mudança então de preferência que seja um familiar que tenha conhecimento de cães, e até mesmo tenha algum em casa.

Imagine que o seu cão para ficar tranqüilo, precisará de um ambiente que seja muito mais interessante que o que ele vive levando em consideração que tudo de melhor que ele conhece é a casa de vocês, o ideal seria achar um ambiente familiar bem parecido com o de vocês, na versão um pouco melhor, e claro, olhando do ponto de vista dele, que tem uma visão bem diferente da de vocês sobre o que é legal ou não. Afinal de contas ele é um cão, eles têm necessidades bem diferentes das nossas.

Cães necessitam de exercícios físicos, mentais e de regras, só assim eles se sentirão parte de uma família. No caso, a nova família terá que suprir todas as necessidades dele, e mais um pouquinho, assim ele irá lembrar o mínimo possível de vocês nesse período.

O ideal é deixar em hoteizinhos com profissionais especializados, com diversão, obediência, adestramento, exercícios, passeios diferentes, e que alguém supervisione ele 24 horas por dia. É importante lembrar, mesmo que ele fique com outros cães, o atendimento deve ser individual, satisfazendo as necessidades dele no momento da ausência de vocês.

O que no meu ponto de vista está distante de ser a realidade da maioria dos hoteizinhos aqui no Brasil. Uma dica para escolher hotéis, claro que existem exceções, mas desconfie de preços muito baixos.

Adestramento, Dog Walker – André Agramonte

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Ja tenho um cão adulto, como anunciar à ele a chegada do filhote?

Como acostumo meu cão ciumento de 11 anos a um filhote recém chegado na casa?

Meu cão (Poodle c/ Schnauzer) tem 11 anos, é muito ciumento e desconfiado, chegando a ser agressivo, mas esse comportamento não é comum. Ele só ataca quando sente seu espaço invadido de alguma maneira. Ganhei um filhote a uns 3 dias e o meu cachorro tem sido agressivo quando algum dos donos tenta brincar com os dois ao mesmo tempo. Ponho-os no chão, e o Poodle nada faz, só fica rondando desconfiado. Ponho-os no colo, aproximo-os de mim, e o Poodle começa a rosnar ameaçando descontroladamente.

Já estou experimentando algumas recomendações, como por exemplo:

-Deixar um pano com cheiro do filhote perto do Poodle o dia todo;
-Acarinhar os dois ao mesmo tempo SEMPRE;
-Usando chocalhos pra assustar o Poodle sempre que ele tenta atacar o filhote;
-Interagindo com os dois ao mesmo tempo;

Ps: Penso em castrar um dos dois. Senão os dois.

Mesmo fazendo essas coisas e sabendo que a adaptação leva algum tempo, eu me preocupo. Porque o meu Poodle é um idoso (muito ativo, mas é um) e eu não sei se algum dia ele de fato vai se adaptar e vou poder ficar tranquila em deixar os dois juntos sozinhos sem o medo de chegar em casa e encontrá-los tentando matar um ao outro.

Alguem que entenda do assunto poderia me explicar sobre a adaptação dos dois? Meu Poodle é muito desconfiado. Ele não ataca se os donos estiverem olhando, ou próximos. Quando eu vou poder me tranquilizar?

Boa noite Letícia,

Em primeiro lugar é interessante você saber que mesmo com 11 anos existe a possibilidade de seu cão conviver bem e de forma agradavel com todos, incluindo o filhote. Além de ser adestrado.

No geral Cães adultos e filhotes não brigam. O fato de você estar fazendo tudo isso,
Deixar um pano, fazer carinho nos dois, e usar chocalhos, pode estar agravando cada vez mais a situação dos dois, sugiro que pare imediatamente.

Os cães têm que aprender que conviver um com o outro é legal e saudável, para isso um profissional de comportamento poderá te ajudar bastante, visto que um trauma poderá ser levado pelo filhote durante a vida inteira, um investimento com adestramento será a melhor forma de o baixinho crescer saudável.

Procure sempre associar a presença do filhote a coisas agradáveis, o adulto tem que perceber que ele ganha muito estando ao lado do filhote.
Broncas nunca são recomendadas, e no geral só pioram a situação. Fazer carinho nos dois ao mesmo tempo também não é recomendável na situação que eles se encontram hoje, pode fazer com que o Adulto se sinta ameaçado e perdendo sua atenção.
O que menos queremos é que ele sinta que está perdendo, ele sempre tem que ganhar com isso.

Um profissional poderá te ajudar muito.

André Agramonte

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O quê é e por que adestrar seu cão?

O quê é e por que adestrar seu cão?

O adestramento é importante para que haja uma forma de comunicação eficiente entre dono e cão.

Um bom profissional do comportamento animal passa ao dono do cão tudo a respeito do comportamento, e tem habilidade para fazer com que o animal entenda o que nós humanos estamos pedindo a ele. Sempre prefere que o proprietário esteja presente durante as aulas.

Adestrar é a arte de obter o controle, sob comando ou não, de uma ou mais áreas da vida do animal, que vai desde o comportamento até as emoções deles.

Não existe melhor maneira de se adestrar um cão ou um bicho.

Cada cão, cada bicho é um indivíduo único e especial, todos eles respondem de formas diferentes a diferentes tipos de estímulos, existem diversos métodos de treinamento de animais.

A utilização de carinho e afago com o uso concomitante da guia e do enforcador é o método mais antigo e difundido para adestramento de cães, no Brasil. Hoje em dia existem outros métodos mais novos, que utilizam de técnicas diferentes a base de brincadeiras, ensinando o cão que obedecer ao dono é divertido.

Brincando nós aprendemos que cada animal, assim como cada dono de cão, é um ser iluminado e que temos muito que aprender com eles!

Por isso eu amo minha profissão e amo os animais.

André Agramonte,

Adestramento, Dog Walker.

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Adestramento Filhote, Essa é a DUDA!

Pessoal, hoje a Duda teve aulinha, essa linda S.R.D. de 3 meses.

A primeira aula foi no dia 19/12/09 e após as férias retomamos hoje, em sua segunda aula já aprendeu diversos truques.

Confiram vocês mesmos.

Ao contrário do quê muitas pessoas pensam, o adestramento, quanto mais cedo for iniciado, melhor é para Dono e cão.

Cães mais novos aprendem mais rápido, claro que os mais velhos também tem seu espacinho! E nós respeitamos e temos toda paciência do mundo com eles também, que por vezes podem demorar um pouco mais para aprender, mas enquanto vivo todo cão pode aprender.

A Duda em sua segunda aulinha está evoluindo bastante e rápido. Hoje ela aprendeu diversos comandos. Vejam:

“SENTA”

“DEITA”

“CUMPRIMENTA”

“DA A PATINHA”

E por último “MORTO” ops, “MORTA”.

Ufa, e depois de tantos truques, olha como ela estava!

Louca para aprender mais! É, parece que ela não cansa mesmo, ficou com gostinho de quero mais, e acreditem é a segunda aulinha dela!

Adestramento, Dog Walker – André Agramonte

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(11) 3743-8469 / (11) 7089-3137

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Dr. Pet, Adoção da Estopinha vejam!

Pessoal emocionante a matéria do Dr. Pet de domingo agora.

Vejam como aconteceu a Adoção da estopinha, e veja algumas dicas na hora de adotar um cãozinho.

CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR

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