Archive for the ‘Saúde e Cuidados’ Category
Adestramento é fundamental para Rottweilers
Proprietários de cães da raça Rottweiler devem redobrar a atenção na educação, no adestramento, saúde e nos cuidados do dia-a-dia.
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“O adestramento é fundamental para cães da raça Rottweiler, se você tem um cão ou deseja adquirir deve ficar atento aos seguintes pontos”
O Rottweiler é um cão de grande porte, não é difícil encontrarmos exemplares com 60 kgs, tem uma tendência natural a ser um excelente cão de guarda e é uma das raças mais utilizadas por empresas de segurança com cães. Como companhia é interessante pela carência que eles tem, geralmente eles escolhem 1 dono de preferência, podem ser bastante ciumentos e possessivos. Por esses e outros motivos devemos prestar bastante atenção com cães da raça Rottweiler.
-Educação
A educação deve começar cedo, nunca deixe seu rottweiler brincar de mordidas ou medir força se não conseguir pará-lo, evite que ele pule nas pessoas, procure de 0 a 1 ano de vida trabalhar ao máximo a socialização com diversas pessoas de etnias diferentes, locais e diversos cães, os cães da raça rottweiler tem uma tendência natural a agressividade portanto se quer um rottweiler tranquilo evite tudo que faça com que o cão entre em disputas e evite tudo que aflore essa agressividade.
- Adestramento
O adestramento é fundamental para que exista uma sintonia entre dono e cachorro, um adestrador pode orientá-lo nos aspectos que dizem respeito ao dia-a-dia do cão, orientando toda a família e exercitando a obediência do cachorro, que para Rottweilers é fundamental. Quando atingir a maturidade o seu rottweiler poderá se acompanhado desde pequeno por um adestrador ser adestrado para cão de guarda, mas para isso a educação e a obediência do cão devem ser impecáveis.
- Saúde
A saúde do rottweiler é fraca portanto, uma boa ração, levá-lo constantemente ao veterinário é fundamental.
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Calor excessivo pode levar cães à morte
Calor excessivo pode levar cães à morte

Se você anda incomodado com o calor lá fora, imagine o seu amigo de quatro patas com toda aquela camada de pelos? “Os cachorros não transpiram pela pele como os humanos”, explica o diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani. “Eles perdem calor pela respiração e transpiram pelos coxins plantares (localizados na sola das patas) e pelas narinas. Como essa área é muito pequena em relação à extensão do corpo, ela é insuficiente para manter a temperatura corpórea próxima da temperatura normal”, explica o diretor clinico do Hospital Veterinário Pet Care, Marcelo Quinzani.
Segundo o médico veterinário, quando o cão é exposto a altas temperaturas, ou a estresses e atividades intensas em dias muito quentes, sua temperatura interna pode ultrapassar os 40ºC e é aí que o cachorro pode apresentar hipertermia, quadro que pode provocar convulsões, diarréia, vômitos e levar à morte.
Os sintomas da hipertermia são: respiração ofegante, hipersalivação, temperatura acima de 40°C, mucosas avermelhadas, taquicardia, arritmias cardíacas, vômitos, muitas vezes com sangue, diarréias também com sangue, manchas e hematomas dispersos pelo corpo, alterações mentais, convulsões, tremores musculares, dificuldade de locomoção e falta de coordenação motora, diminuição ou ausência da produção de urina, coma e parada cardiorrespiratória. “A hipertermia é uma condição gravíssima que requer tratamento médico imediato. Uma vez que os sinais clínicos desse quadro são identificados, existe um tempo extremamente curto para ser revertido, diz Quinzani.
Independente da raça, todos os cães estão predisposto a essa patologia se submetidos a condições ambientais desfavoráveis de calor e umidade. Porém, cães com focinhos curtos como bull dog, boxer, pug, lhasa apso, shi tsu, boston terrier entre outros, estão mais suscetíveis ao problema. “Anatomicamente já são desfavorecidos de um aparelho ‘refrigerador’ adequado”, explica o veterinário.
Emergência: saiba como proceder
Aos primeiros sinais clínicos de hipertermia o animal deve ser retirado imediatamente do ambiente quente, colocado sob refrigeração ou ventilação adequada. “Molhar o animal com um borrifador e toalhas frias também auxilia no processo de refrigeração. Porém, não se deve submergir o animal em água fria, pois isso leva a vasoconstrição periférica dificultando ainda mais a dispersão de calor. É preciso também procurar imediatamente um médico veterinário”, diz Quinzani.
Confira as dicas preventivas:
1. Evite passeios e esforços físicos em dias quentes e úmidos.
2. Não deixe o animal preso dentro do carro, mesmo com vidros abertos.
3. Não deixe o animal em ambientes fechados ou sem acesso à sombra e água fresca.
4. Não dê banhos com água quente e secadores quentes no verão.
5. Não submeta o animal a situações de estresse psicológico que o deixe ofegante por medo ou insegurança.
6. Evite esforços ou condições desfavoráveis para animais obesos ou que tenham anatomicamente alguma dificuldade respiratória.
7. Evite a contenção forçada do animal e uso de focinheira em ambientes quentes e fechados.
fonte: http://www.petrede.com.br
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